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Médico diz que seleção peruana não deu estimulante a Guerrero

O médico da seleção peruana afirmou neste sábado (4) que, devido ao controle rigoroso dado aos jogadores, não seria possível a administração do estimulante que levou a Fifa a proibir o capitão Paolo Guerrero a participar de dois jogos das eliminatórias da Copa do Mundo contra a Nova Zelândia.
Guerrero tem doping confirmado e desfalca Peru na última batalha para a Copa
O exame de Guerrero deu positivo para um estimulante após a partida Argentina-Peru em 15 de outubro e recebeu uma suspensão preliminar de 30 dias, informou a Federação peruana de Futebol na sexta-feira (3).

Com a proibição é quase certo que ele não participe da primeira partida contra a Nova Zelândia, em Wellington, em 11 de novembro e a partida de retorno em Lima, quatro dias depois. O vencedor garantirá um lugar na Copa do Mundo do próximo ano na Rússia.

“Na seleção estamos cientes do controle antidoping”, disse o médico Julio Segura à Rádio Nacional do Peru. “Não usamos substâncias que produzam doping. É uma pena o que aconteceu com Paolo, mas estou certo de que não houve nenhum problema do nosso lado”.

A proibição é um enorme golpe para o Peru, que espera ir à Copa do Mundo pela primeira vez desde 1982. Guerrero, 33 anos, é o capitão da seleção do país, com 32 gols em 83 jogos. Sua suspensão provocou consternação no Peru, e até mesmo para o presidente do país.

“Todo mundo em Lima toma algum tipo de anti-histamínico por causa do clima aqui no inverno”, disse Pedro Pablo Kuczynski à uma rádio local. “Talvez ele tenha tomado um anti-histamínico e seria injusto se fosse punido por isso.

Do R7

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