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Garota de programa perde celular em festa com fotos picantes e vira sucesso em rede social

Depois de perder celular na balada, garota de programa vira sucesso no WhatsApp

Depois de perder celular na balada, garota de programa vira sucesso no WhatsApp

Quarenta minutos sem o celular foram suficientes para “Dulci Paina” ser o nome mais conhecido do WhatsApp em Campo Grande. Nas últimas semanas, a moçada que tem o aplicativo ficou louca com fotos picantes da comerciante de 25 anos e ela resolveu lucrar com o trabalho de garota de programa.

As fotos começaram a circular depois que Dulci perdeu o celular na balada sertaneja mais famosa da cidade. Em uma das imagens, a loira aparece no meio de 3 homens, dentro da casa noturna, mostrando um dos seios. Detalhe: a boate estava lotada.

Livre de pudores, Dulci conta que não se incomodou com tamanha exposição e viu nisso mais uma forma de ganhar dinheiro. Agora, ela cobra R$ 300,00 pela hora do programa e contabiliza em média dois atendimentos por dia. A meta é elevar esse número para 3. “Sempre quis ser a melhor no que eu fiz, e com o programa não é diferente”.

Separada há 4 meses, comenta que resolveu “dar um novo rumo a vida” e percebeu que o assédio na balada podia render dinheiro. “As meninas fazem sexo e os homens ainda saem falando mal, pelo menos vou ganhar alguma coisa”.

Garota de programa perde celular em festa com fotos picantes e vira sucesso em rede social

Dulci faz propaganda no Facebook.

Descolada – No bairro Cophavilla II, ela mantém desde o inicio do ano uma loja de acessórios femininos, mas depois de tanta “propaganda”, as clientes sumiram. Aproveitando a boa recepção entre os homens, ela decidiu trocar os artigos femininos por masculinos e hoje vende camisas, camisetas…

O assédio é tanto que admiradores pedem até para tirar foto e, além da Capital, a comerciante conquistou fãs de várias cidades do interior e do País, que são comprovadas pelas mensagens do “whats”. Segundo ela, em duas horas sem movimentar o aplicativo, Dulci acumulou mais de 1200 mensagens não lidas.

Mas com a exposição, logo surgiram boatos, um deles é de que ela seria portadora do vírus da AIDS. Irritada, a garota usou a página pessoal do Facebook para desmentir e anunciar que realizaria o exame para provar que não está infectada. “Isso é inveja”, justifica.

Dulci é campo-grandense, e morou por muitos anos em São Paulo, onde diz que se formou em Moda. De volta, ao lado da irmã, depois de trabalhar e ganhar menos que gostaria em bar da Afonso Pena, ela conta que ouviu de um segurança a sugestão de ser “acompanhante”.

Ela assumiu a profissão mais antiga do mundo e, sem meias palavras, declara a quem perguntar qual é sua nova ocupação após o expediente no comércio. “Assumi toda a responsabilidade, não tem hipocrisia”.

Segundo ela, o motivo do sucesso não está só na beleza de cabelos encorpados loiros, corpo malhado e olhos claros. Para Dulci, “o que encanta os clientes é o jeito meigo”.

Família – A mãe apoia a decisão, apesar das ressalvas. “Não acho correto, mas vejo isso como uma fase”. A professora Vera Lucia, de 53 anos, conta que quando soube da ocupação da filha, ficou triste, mas superou. Mesmo evangélica, ela vê o preconceito como falso moralismo. “Fazer sexo sem amor é uma venda também, porque só com amor nos doamos.”

Mas a profissão tem prazo para acabar, jura a comerciante. Dulci pretende até dezembro parar de atender e investir apenas na loja. “Quero ser empreendedora, ano novo, vida nova”.

Via Campo Grande News

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