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Jogador Túlio Maravilha quer bicicleta no gol mil e pede estátua no Botafogo; atleta está com 998 na carreira

Apesar de estar com 44 anos, o jogador é audacioso ao planejar o lance ideal para atingir o sonhado feito.

Atacante Túlio Maravilha
Em uma cobrança de pênalti, Pelé e Romário entraram para história do futebol ao marcarem o milésimo gol na carreira, mas Túlio Maravilha não deseja seguir o ‘protocolo’. Com 998, de acordo com a própria conta, o atacante estreia neste domingo, às 11 horas (de Brasília), pelo 27º time da vida: o Vilavelhense-ES, pela Copa do Espírito Santo. Apesar de estar com 44 anos, o jogador é audacioso ao planejar o lance ideal para atingir o sonhado feito: “Se eu pudesse escolher queria que fosse de bicicleta, aquele gol bem antológico mesmo que aí ficaria marcado pro resto da vida”.

Desde que iniciou sua saga em busca do ‘gol mil’, Túlio deixou de lado as equipes de maior expressão do futebol brasileiro. Sendo assim, o Canedense-GO, o Itauçense-GO, o Itumbiara-GO, o CSE-AL, o Tanabi-AL, o Bonsucesso-RJ e o Fast Club-AM tiveram a ‘honra’ de ter o atacante no elenco nos últimos anos. O sonho do jogador, no entanto, era fazer o milésimo pelo Botafogo. A diretoria carioca atendeu o desejo, trouxe o centroavante para os braços da torcida que o transformou em ídolo, mas uma briga nos bastidores de General Severiano mudaram os planos do ‘Maravilha’.

Em conversa, o jogador de 44 anos não escondeu a mágoa que tem pelos últimos acontecimentos no Botafogo e não deixou de criticar o presidente alvinegro Maurício Assunção. Apesar do desentendimento, Túlio afirma que segue com o Glorioso no coração e deseja ter a mesma homenagem que o atacante Romário teve no Vasco. Após a gestão do atual mandatário, o artilheiro também planeja ter uma estátua em General Severiano.

Antes de chegar ao milésimo, Túlio Maravilha já batizou o penúltimo gol de sua saga. Para homenagear o povo do Espírito Santo, o atacante vai chamar o gol 999 de ‘moqueca capixaba. O jogador revelou que não pretende fazer os dois gols que restam em uma única partida, já que o último deve ter uma atenção especial. A cerimônia, no entanto, não foi revelada. O certo é que o ‘esquecido’ futebol capixaba será o palco de um momento histórico na vida de um atleta que se tornou ídolo por onde passou.
Fonte: Gazeta Esportiva

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