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Coisa dos animais

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Naquela tarde cinzenta

Lá perto do Seridó

Eu espiava com dó

Da coitada da jumenta

Que ao vê a ferramenta

Do jegue quase morria

Fez um gesto que corria

Mais aquilo cativava

Se o jegue ia, ela voltava

Se ela voltava ele ia.

 

Léo Medeiros,

Sobral, 18 de Julho de 2007.

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