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Educação: USP dará bolsas para 1.100 alunos no exterior em 2013

Intercâmbios para alunos de graduação são oferecidos a estudantes de todas as áreas de conhecimento

Em paralelo ao programa do governo federal de bolsas de estudo no exterior Ciência sem Fronteiras, a Universidade de São Paulo (USP) vai mandar 1.100 alunos de graduação este ano para intercâmbios fora do País. Segundo a universidade, o projeto é inédito entre as universidades brasileiras e as bolsas estão distribuídas em duas modalidades: Mérito Acadêmico e Empreendedorismo. Esta é a segunda edição do programa que, em 2012, ofereceu 1.000 bolsas.

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De acordo com o reitor João Grandino Rodas, “diferentemente das bolsas concedidas pelo governo federal, as da USP contemplam alunos de todos os ramos do saber”. O Ciência sem Fronteiras abrange somente as áreas de ciência, tecnologia e inovação.

A bolsa Mérito Acadêmico tem duração de dois a seis meses, podendo a duração máxima ser estendida para até 18 meses, no caso de programas de duplo diploma, no qual os estudantes recebem certificados de duas instituições. Já a bolsa Empreendedorismo oferece oportunidades de treinamento no exterior para 150 alunos durante um período de dois meses a seis meses, entre julho de 2013 a julho de 2014.

O reitor da USP destaca que as bolsas destinadas à graduação vão evidenciar ainda mais o potencial da universidade em relação à sua reputação no exterior. “Estudar numa universidade como a USP e ainda ter a possibilidade de ganhar uma bolsa no exterior com passagem e mensalidades pagas é uma oportunidade que não há em nenhuma outra instituição brasileira. Este é momento de a USP queimar mais etapas visando à internacionalização de nossos alunos já na graduação”, afirma.

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As instituições de ensino superior de destino devem ser preferencialmente aquelas classificadas entre as primeiras 350 colocações em um dos rankings acadêmicos internacionais (QS, THE, Shanghai Jiao Tong University) e ter convênio de cooperação acadêmica vigente com a USP ou com uma de suas unidades. Outras instituições de destino (inclusive não formalmente acadêmicas, tais como centros de pesquisa tecnológica, incubadoras de empresas, organizações internacionais, museus, orquestras, teatros, etc.) poderão ser propostas, desde que devidamente justificadas.

Escritórios no exterior

Outra ação anunciada este ano pela USP para reforçar a internacionalização da instituição é aabertura de escritórios em Boston, Londres e Cingapura . As novas sedes deverão disseminar o conhecimento produzido pela USP e fomentar iniciativas de bolsas e intercâmbios para professores, técnicos e alunos, além de promover a integração da comunidade acadêmica estrangeira com os docentes e discentes da USP.

Do IG

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