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Jorginho é apresentado como novo técnico do Flamengo

Menos de 48h depois de demitir Dorival Júnior, o Flamengo apresentou Jorginho. No fim da manhã desta segunda-feira (18), na Gávea, o ex-lateral-direito chegou ao Rubro-Negro prometendo priorizar a prata da casa e motivar os jovens que vinham tendo pouca chance com seu antecessor. Campeão nacional em 1987 pelo Rubro-Negro e Carioca um ano antes, Jorginho sabe bem a pressão para vencer no Flamengo. Quer usar essa experiência para tranquilizar os jovens que subiram aos profissionais. – É um momento de transição do Flamengo. É hora de investir nos jovens, na base. É importante pagar em dia, nem que seja menos. Já se falou em reforços, mas quero ver o potencial dos atletas que temos aqui. Jorginho aceita proposta e é o novo treinador do Flamengo Como treinador, Jorginho tem pouca experiência. Dirigiu o América, em 2005, seu primeiro trabalho. Teve rápida passagem no Goiás e depois virou auxiliar de Dunga por quatro anos na seleção brasileira. Em 2011, fez seu melhor trabalho, quase levando o Figueirense à Libertadores. Passou o último ano no Kashima Antlers, do Japão. – Todo trabalho que tive, principalmente no Figueirense, pude aproveitar, trazer jogadores da base, dar a moral e atenção necessária a esses atletas serem encaixados no profissional. Tem uma avalanche de jovens no Flamengo. A pressão grande, mas eles têm potencial. Jorginho comandará seu primeiro treino já na tarde desta segunda-feira, no CT Ninho do Urubu. Ao seu lado, estará Ailton, também ex-jogador do clube na década de 1980 e que será auxiliar. Ambos assinaram até o fim de 2014 com o Flamengo e vieram ganhando Ao fazer parte do timaço flamenguista da década de 1980, Jorginho quer evitar comparações com a geração atual, relembrando que aquele time contou com o maior ídolo da história rubro-negra. – É impossível comparar. Tinha o Zico em 1985, quando eu cheguei. Foi um privilégio de jogar com ele, Andrade, Adilio. Ninguém consegue sobreviver só com jovens. Precisamos ter mescla para encontrar o equilíbrio, mas não dá para comparar. Joguei com o Leandro, o maior lateral do mundo que eu vi.

Do R7

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