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Confronto chave no Arruda: Santa Cruz encara o Petrolina, às 16h, precisando vencer para tranquilizar ambiente no clube

Arthur de Souza/DP/D.A Press

Uma derrota dentro de casa e um empate fora seguidos fazem a situação do Santa Cruz se aproximar do limite. O segundo turno do Campeonato Pernambucano Coca-Cola é curto e chega à sua oitava rodada. Qualquer ponto perdido pode fazer falta na hora da definição. O Tricolor já deixou escapar oito deles. Mesmo assim, a classificação segue encaminhada. Perder mais pontos, porém, pode complicar as coisas para a equipe coral. E não é preciso nem dizer que a crise estaciona no Arruda caso isso ocorra.
Foi por saber disso que o técnico Marcelo Martelotte classificou o jogo deste domingo, contra o Petrolina, às 16h, no Arruda, como chave para o Santa Cruz. Se um resultado negativo puxa o Tricolor para baixo, uma vitória encaminha a classificação para as semifinais do Estadual. E assim o treinador terá toda a tranquilidade de que precisa para trabalhar. Ao menos, uma trégua. Nem que seja até a rodada seguinte, quando a equipe coral faz o seu primeiro clássico no ano, diante do Náutico.
Martelotte teve uma semana inteira de trabalho, na qual recebeu uma série de boas notícias. Ele ganhou o meia Raul, novo contratado, bem fisicamente e à disposição para jogar. E mais. Teve as voltas de Natan, Tiago Costa e Renatinho, recuperados de lesão. E se na rodada passada, diante do Serra Talhada o treinador sofreu com a falta de opções para escalar a equipe, desta vez o “problema” foi bom. Foi opção demais para poucas vagas no time titular.

Surpresa

E quando se esperava que a velha dupla Natan-Renatinho fosse reeditada, veio a surpresa. Após alguns testes durante a semana, Martelotte optou por promover a estreia de Raul, deixando Renatinho no banco. Segundo o treinador, o ritmo de jogo contou a favor do novato. “Optei pelo Raul porque em termos de ritmo de jogo ele está melhor que o Renato, que está há um tempo de fora. Ele (Renatinho) será uma excelente opção para entrar durante a partida”, explicou o técnico.
Na defesa, William Alves assume a vaga de Vágner, que fraturou a perna e Tiago Costa retorna à lateral esquerda, após uma rápida recuperação de uma lesão muscular, completando as boas notícias que Martelotte teve durante a semana. “Por isso a importância de ter tranquilidade sempre, porque uma hora as coisas vão clareando”, comemorou o treinador. “É importante que isso aconteça agora, pois chegamos a um momento decisivo na competição. Depois da derrota para o Chã Grande em casa, essa partida contra o Petrolina se tornou fundamental”.
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o adversário

O primeiro turno foi sofrível. Nove jogos, oito derrotas e apenas um empate. O início do segundo também não foi nada promissor: humilhantes 8 a 0 para o Náutico. Sem perder há três rodadas, com direito a um empate com o Sport pelo meio, a situação do Petrolina hoje é bem diferente. Ao ponto de o técnico Henrique Rocha já traçar planos audaciosos. O objetivo agora é buscar a vaga no G4. “Vamos ao Arruda atrás do resultado positivo. A nossa intenção é manter a sequência de invencibilidade, para depois fazer o dever de casa e tentar chegar ao G4”, afirmou

Do Super Esportes

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