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Capitão da Polícia Militar assassina esposa com tiro na cabeça na grande Recife

Um capitão da Polícia Militar assassinou a tiro a própria esposa Yana Luiza Moura Andrade Coelho, de 28 anos, na madrugada desta quarta-feira (02). O crime aconteceu, na rua Glauber Rocha, no apartamento 102, do edifício Fernando de Noronha, no Janga, em Paulista, na Região Metropolitana do Recife (RMR).

De acordo com a polícia, o capitão Dário Ângelo Lucas da Silva, de 39 anos, se apresentou na Delegacia de Olinda e foi encaminhado ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), por volta das 9h00.

Em depoimento prestado ao delegado Isaias Novaes, do DHPP, o Dário Ângelo confessou o crime. Ele só não revelou a motivação. Ainda nesta manhã, foi colhido também o depoimento da mãe do confesso, já que o crime se deu em sua residência. Após os esclarecimento, o capitão foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML), em Santo Amaro, onde realizou exames para, então, se levado ao Centro de Reeducação da Polícia Militar de Pernambuco (Creed), em Abreu e Lima, ainda na Região Metropolitana, após ser autuado em flagrante.

(Yana Luiza Moura Andrade Coelho)

O militar é comandante do Grupo de Apoio Tático Itinerante (Gati), na cidade de Exu, no Sertão de Pernambuco, onde mora. O casal veio passar o fim de ano na casa da mãe do suspeito e, segundo vizinhos, o suspeito teria recebido uma mensagem no celular onde informava uma possível traição da esposa. A polícia acredita que a vítima estava dormindo quando foi morta com um tiro à queima-roupa na cabeça.

Os policiais do 17º Batalhão de Polícia Militar (BPM) isolaram a área até a chegada dos policiais civis.

Peritos do Instituto de Criminalística (IC) estiveram no local do crime e atestaram que a vítima foi assassinada com um tiro de pistola calibre ponto 40. O corpo de Yana Luiza Moura Andrade Coelho foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML), no bairro de Santo Amaro, área central do Recife. O caso ficará sob os cuidados do DHPP, que tem 15 dias para concluir o inquérito, e nesse período pode vir a colher o depoimentos de mais testemunhas. Além disso, a PM irá abrir uma sindicância para apurar os fatos.

Fonte: Folha de Pernambuco

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