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Africanos dominam a São Silvestre mais uma vez

No esporte, os quenianos dominaram a edição de 2012 da prova de São Silvestre, em São Paulo.

A festa é brasileira com gente de todo mundo cantando, brincando, atuando. Diferentes maneiras de mandar o mesmo recado.

É só dar a largada que 25 mil pessoas invadem as ruas e avenidas de São Paulo. Para a imensa maioria, a corrida é uma grande diversão. Mas tem também aqueles que querem vencer. Entre eles, tem sempre um africano querendo atrapalhar essa festa brasileira.

Na prova feminina, as africanas logo tomaram a dianteira. Mas foi só depois de começar a subir a Brigadeiro Luis Antônio, que a queniana Maurine Kipchumba viu que o caminho estava livre para ela.  Em 51 minutos e 42 segundos de prova, Maurine completou os 15 quilômetros da prova. A brasileira mais bem colocada foi Tatiele de Carvalho, que ficou em sexto lugar.

Entre os homens, já no terceiro quilômetro, os africanos atropelaram os brasileiros e ninguém conseguia acompanhar. Nos últimos mil metros, Edwin Kipsang recebeu o oxigênio que faltava da torcida e venceu a corrida em 44 minutos e 5 segundos.

O brasileiro Giovani dos Santos chegou em quarto lugar. “Estou fazendo meu trabalho e tenho fé que um dia vou vencer essa São Silvestre”, declarou.

Se no pódio a festa foi africana, pelas ruas de São Paulo, a irreverência brasileira venceu disparado.

Um dos participantes da prova de cadeirantes da São Silvestre morreu depois de sofrer um acidente. Israel Cruz Jackson de Barros, de 41 anos, que venceu a edição da Volta da Pampulha em 2011, bateu no muro do estádio do Pacaembu, próximo ao quilômetro 2, na descida da Rua Major Natanael.

O para-atleta foi levado à Santa Casa de Misericórdia, mas não resistiu ao forte trauma na região torácica. O corpo será levado para Belém, no Pará.

Os organizadores da São Silvestre informaram, em nota oficial, que Israel estava devidamente inscrito na prova, obedecendo aos critérios de seleção do evento. E que estão acompanhando o caso juntamente com a associação desportiva para deficientes no atendimento à família do atleta.

Do G1

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