sábado , dezembro 3 2016
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Saiba tudo sobre cirurgia plástica íntima

Cirurgias plásticas íntimas são solução para falta de autosestima e desconfortona região. (Foto: iStock)

A última recauchutada dada no mundo das celebridades chamou a atenção do público: Geisy Arruda fez uma rinoplastia (cirurgia plástica no nariz), uma lipoaspiração e uma cirurgia plástica íntima. Depois de declarar que seu órgão sexual mais parecia uma couve-flor, a subcelebridade disse que esse último procedimento foi o mais importante para ela e afirmou ter sido um grito de libertação e um belo reforço à autoestima. “Agora ninguém me segura mais!”, afirmou nas redes sociais. 


Geisy não foi a primeira figura conhecida que resolveu mudar a anatomia dessa região. Casos de outras famosas, como o de Ângela Bismarchi ou da ex-BBB Monique, também deram o que falar.  Mulheres anônimas também têm procurado esse tipo de cirurgia plástica, sejam elas jovens ou maduras. 


Porém, como toda cirurgia, é preciso consultar a opinião de profissionais e se informar bastante antes de tomar qualquer decisão. O cirurgião plástico do Hospital Samaritano, Alexandre Mendonça Munhoz,  esclareceu algumas dúvidas e curiosidades sobre esse tipo de plástica. 


Quais são os principais tipos de cirurgia íntima feminina e como eles funcionam?

De acordo com Alexandre Mendonça Munhoz, os procedimentos mais procurados pelas mulheres (90% vão atrás dessas plásticas) são os conhecidos como Ninfoplastias (“as plásticas das Ninfas”), que visam alterações na região dos pequenos lábios. Dentro dessa categoria ainda entram três tipos de correção: o do excesso de volume, da flacidez e da assimetria. 


Outros casos têm como objetivo aumentar o volume vaginal. “Nessa situação, o cirurgião irá aplicar um enxerto de gordura na região que se pretende modificar”, explicou Alexandre. 


Por último e menos comum, existem as praticadas no Monte de Vênus, quando o púbis é flácido ou avantajado. Nesse procedimento, usa-se a técnica da lipoaspiração. 



Qual o tempo de recuperação?

O médico explicou que esse tempo varia de acordo com cada paciente, mas que, geralmente, após um período de três a sete dias a mulher pode voltar às suas atividades normais. “Desde que não envolvam exercícios físicos que exijam apoiar a região do períneo [andar de bicicleta, por exemplo]”, alertou o cirurgião. Nesse caso, o tempo de espera deve ser maior e ficará definido pelo próprio ginecologista. 


A cirurgia em si é rápida, exigindo em torno de uma hora de operação e com alta para a paciente no mesmo dia. 


Quais são os cuidados pré-operatórios?

“Exames de sangue, cardiológicos… Todos aqueles que são comuns a outros procedimentos [como cirurgia de varizes ou de pálpebras]. A única diferença é a exigência de realizar um exame ginecológico, para checar se não existe nenhuma alteração na região, como corrimentos e infecções urinárias, que podem complicar a operação”, disse Alexandre.


Quais são os cuidados pós-operatórios?

Evitar atividades sexuais por um período de três semanas a um mês, não realizar atividades físicas que apoiem a região íntima, manter a higiene do local com uma ducha para evitar o atrito do papel higiênico nos pontos e tomar a medicação prescrita pelo médico, que pode incluir antibióticos ou antiinflamatórios na lista.

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