sábado , dezembro 10 2016
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Até que em fim

Vi na revista em letras garrafais,
Pra suposta prisão dos mensaleiros,
Emblemática frase: “Até que em fim”.
A revista é um dos mensageiros
A estampar a prisão desses corruptos,
Ladrões, infelizmente, brasileiros!

Não carregam armas, mas são ligeiros,

Argumentos que trazem, nunca falham;
Com suas falácias e com suas astúcias
Superfaturam, mas nunca trabalham.
E no convívio com malditas súcias
Sujam as mãos e más ações espalham!

Mas agora entre si, se atrapalham…
Criminosos estão sendo julgados,
A impunidade pode está no fim!
Cinco deles já foram condenados…
Os ministros repelem corrupção,
Os subornados ficam assustados!

A justiça que tem seus predicados,
Bota no fio do gládio e da balança
Os parâmetros da punição antiga,
Para os ministros, um desafio lança:
Celso, Fux, Carmem Lúcia e Aires Brito,
Aceitam e promovem a mudança!

É coisa antiga, mas não uma herança,
Acredito e sei que tais homens sérios,
– Por corrupção que nos fere à lida –
Porão na cela todos os ‘valérios’!
Prendê-los não vai ser constrangimento,
E tão pouco serão atos vitupérios!

Zé Salvador. 

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